30 de jul. de 2010

Eddy Barrows estará no "HQ em Pauta" em São Paulo

Evento dedicado às histórias em quadrinhos, o "HQ em Pauta" acontece de 31 de julho a 1º de agosto na cidade de São Paulo. Em sua segunda edição, o encontro oferece exibições comentadas de filmes, palestras, debates, mesas-redondas e a exposição "Os Personagens de Spacca - Do Esboço à Publicação", sobre o processo criativo do cartunista Spacca.
Entre as presenças confirmadas, além do próprio Spacca ("Dom João Carioca"), estão nomes conhecidos da área, como Eddy Barrows ("Superman"), Felipe Massafera ("Jambocks"), Danilo Beyruth ("Necronauta"), Eloar Guazzelli ("O Pagador de Promessas") e Laudo Ferreira Jr. ("Yeshuah"); os jornalistas, escritores e roteiristas Paulo Ramos ("Bienvenido - Um Passeio Pelos Quadrinhos Argentinos"), Gonçalo Jr. ("A Guerra dos Gibis"), André Morelli ("Super-Heróis nos Desenhos Animados"), Edson Rossatto ("História do Brasil em Quadrinhos"), Marcelo Naranjo ("Universo HQ") e Jota Silvestre ("Revista Mundo dos Super-Heróis"); e os editores Maurício Muniz (Gal), Levi Trindade (Panini) e Cláudio Martini (Zarabatana).
Eddy Barrows estará analisando portfólios no sábado, dia 31/07, a partir das 14h e na Mesa-redonda "Quadrinhos no Brasil e no Exterior: Como Nosso Mercado Deveria Funcionar", com Danilo Beyruth, sob mediação de Maurício Muniz, dia 1°/08, às 15h30.

"HQ EM PAUTA - ENCONTRO DE PROFISSIONAIS E LEITORES DE HISTÓRIAS EM QUADRINHOS"
Quando: 31 de julho e 1º de agosto de 2010
Onde: Biblioteca de Literatura Fantástica Viriato Corrêa (r. Sena Madureira, 298, Vila Mariana, São Paulo-SP). Sábado e domingo, das 11h às 20h
Quanto: Grátis (para a programação no auditório é necessário retirar senha com 30 minutos de antecedência)
Informações: 0/xx/11/2943-7687 e site do "HQ em Pauta".

Questão de Opinião: À luz das Emoções

ou "A Mitologia dos Lanternas e suas implicações"

O Espectro eletromagnético é o intervalo completo da radiação eletromagnética, que contém desde as ondas de rádio, as microondas, o infravermelho, a luz visível, os raios ultravioleta, os raios X, até a radiação gama. O Espectro visível (ou espectro óptico) é a porção do espectro eletromagnético cuja radiação pode ser captada pelo olho humano. Identifica-se esta radiação como sendo a luz visível, ou simplesmente luz. Esta faixa do espectro situa-se entre a radiação infravermelha e a ultravioleta. Para cada frequência da luz visível é associada uma cor. Essas cores são as que conhecemos, por exemplo, do arco-íris ou da capa do álbum “Dark Side of the Moon” do Pink Floyd que representa o experimento que descobriu essa particularidade da luz: sua divisão em Violeta, Anil (ou Índigo), Azul, Verde, Amarelo, Laranja e Vermelho.

O espectro visual varia muito de uma espécie animal para a outra. Os cachorros e os gatos, por exemplo, não vêm todas as cores, apenas azul e amarelo, mas de maneira geral, em preto e branco, numa nuance de cinzas. Nós humanos vemos numa faixa que vai do vermelho ao violeta, passando pelo verde, o amarelo e o azul. Já as cobras vêm no infravermelho e as abelhas no ultravioleta, cores para as quais somos cegos. Mesmo entre os humanos pode haver grandes variações. Por isto, os limites do espectro ótico não estão bem definidos.

Aí você pergunta: “Aula de física? Na torre?”. Não! Relaxa! Isso é só uma introdução. O assunto mesmo é Geoff Jonhs (em parte).

Esse cara já foi um dos roteiristas dos nossos Novos Titãs. Ele foi responsável por unir os principais personagens criados na era Marv-George, com os principais integrantes da Justiça Jovem e construir a Turma Titã III. A equipe de Jonhs é a base para o que já se chama de Turma Titã IV, de J. T. Krul. Após isso ele passou por Superman, Lanterna Verde e Flash. Hoje ele é só o Diretor de Criação da DC Comics (coisa pouca).

Apesar do bom trabalho que fez nos Titãs e em Superman, Jonhs chamou a atenção quando chegou a Lanterna Verde. Ao ressuscitar o maior dos Lanternas Verdes da Terra, Jonhs deu o ponta-pé para uma revolução no universo DC, mas principalmente no conceito dos Lanternas, ampliando-o.

Hal Jordan, antes de morrer havia se tornado o vilão Parallax. Muitos leitores acharam, e ainda acham, válida a morte de Jordan em tais circunstâncias, posto que, depois de ser um grande herói, ele foi um grande vilão. O renascimento de Jordan era algo controverso, embora desejado por muitos. O que Jonhs fez foi inocentar Jordan e tornar Parallax uma entidade amarela, do medo, que havia sido trancada na bateria Central de Oa e dominou Jordan. Simples e prático para poder ressuscitar o cara.

Mas isso suscitou algo maior e mais complexo. Havia então Lanternas Verdes que usam seus anéis energéticos para criar constructos de luz a partir da Força de Vontade, Sinestro com seu anel amarelo alimentado pelo Medo e uma série de Safiras-Estrela que costumavam se apaixonar por Lanternas Verdes. Estava lá o verde, o amarelo e o violeta. Geoff então completou o espectro de cores, criando um novo conceito. O Espectro emocional, onde ele foi, em minha opinião, muito feliz: a cada cor foi associado um sentimento, uma emoção.

O Verde é a cor central do espectro visível. No espectro emocional, o verde continuou sendo o destaque mesmo com a criação de novos lanternas de novas cores. E ele continuou sendo a cor da força de vontade, como sempre foi. A Força de vontade acaba sendo o sentimento central, o mais simples, o mais humano. Quando nada mais temos, a força de vontade é o que nos leva adiante. Talvez por isso os Guardiões tenho por vezes tentado inibir outras emoções, para que o poder da força de vontade continuasse forte.

Ao analisarmos as demais cores de cada lado do verde central, podemos ver que as emoções tornam se então antagônicas.

O Amarelo, cor vizinha ao verde, tornou-se oficialmente a cor do Medo, a cor que sempre enfraqueceu a Força de vontade. O poder dos Lanternas Amarelos é aumentado com o medo dos oponentes. Oposto ao medo, também o lado do verde, temos o Azul, sinal de Esperança. Além de usar cores opostas em relação ao verde no espectro, associou-se a eles emoções também opostas. A Esperança acaba com o Medo. O Medo é maior quando não há Esperança. E a Esperança é a catalisadora da Força de Vontade. Exatamente como fazem os Lanternas Azuis. Eles só têm poder quando próximos a um Lanterna Verde. E um Lanterna Verde torna-se mais forte contra um Lanterna Amarelo, quando um Lanterna Azul está por perto.

Ao lado do Azul, há o Índigo, a cor da Compaixão. E para a cor Índigo não temos uma tropa, mas uma tribo. É algo mais fraternal, mas humano, mais de sociedade. Oposto ao Índigo há então o Laranja, a Avareza. E o que melhor simboliza isso do que não termos nem tropa, nem tribo e sim um único Lanterna, o Agente Laranja? E o nome dado ao seu representante não podia ser maior representativo. Agente Laranja era o nome de um produto usado como desfolhante na Guerra do Vietnã pelos soldados americanos. Na sede de vencer a guerra o produto foi produzido sem os devidos cuidados de purificação e acabou apresentando um sub-produto altamente cancerígeno que deixou seqüelas na população e nos soldados. Avareza. Está até no juramento do Agente Laranja: “Meu!”.


Nos extremos do espectro emocional temos o Vermelho, da Raiva, e o Violeta, do Amor. De todos, os mais tradicionalmente antagônicos, embora o vermelho sempre tenha sido associado ao amor e o roxo a raiva (vocês nunca ficaram ‘roxos’ de raiva?), o que também é um sinal de que mesmo tão opostos são sentimento intensos e viscerais, que podem se confundir.

Não bastando associar cor a sentimento, a idéia de Parallax como uma entidade que representa o medo foi expandida, e hoje cada cor do espectro tem sua entidade representante. Os primeiros a aparecerem, além de Parallax, foram a entidade da Força de Vontade Íon e a entidade do Amor Predator. Após, vieram Butcher, a Raiva; Ophidian, a Avareza; Adara, a Esperança; e Proselyte, a Compaixão. Cada entidade tem uma forma, normalmente um monstro com semelhanças com certos animais (Butcher com touro, Ophidian com serpente, Adara com uma ave e Proselyte com uma polvo, o que tem seus sentidos e pode render longas discussões) e cada uma procura um hospedeiro. O Titã e Lanterna Verde Kyle Rayner já foi hospedeiro da entidade Íon.

Atualmente tem se explorado a questão da luz branca, sua entidade e o poder que essa luz pode ter na mega-saga Brightest Day que tem tido implicações nos Titãs, especialmente Rapina e Columba, Osíris e Miss Marte.
A importância de Columba para a mitologia dos Lanternas já vem desde Blackest Night quando ela podia eliminar os Lanternas Negros que captavam e se alimentavam das emoções dos humanos, manifestadas pelas cores do espectro emocional.

Talvez alguns se perguntem: “Mas porque falar disso em um site sobre os Titãs?”. Afinal, além de Kyle, só outro Titã já esteve ligado a uma das Tropas: Ray Palmer, o Eléktron, foi um Lanterna Índigo por um curto período de tempo. Sim, é verdade. Mas a Mitologia dos Lanternas, com diferentes cores, emoções e entidades, está em plena expansão e os eventos ligados a ela ainda estão longe de acabar.
Além disso, devemos pensar na possibilidades, ainda mais quando se fala em Emoções. E uma importante Titã tem poderes baseados na empatia, a capacidade de sentir e utilizar essas emoções em outras pessoas. “A Empatia é, segundo Hoffman (1981), a resposta afetiva vicária a outras pessoas, ou seja, uma resposta afetiva apropriada à situação de outra pessoa, e não à própria situação.” Todos sabemos que somos suscetiveis a sentir e transmitir emoções de e para outras pessoas. Muitas pessoas tem uma dita habilidade de sentir o que chamam de “Energia” de outrem, sendo essa “positiva” ou “negativa”. Talvez o fato de a Empatia, poder de Ravena, existir mesmo e de ela ter se tornado mais jovem, especialmente no desenho Jovens Titãs, e próxima ao publico infanto-juvenil de hoje, que ela tenha feito tanto sucesso entre os novos fãs. Mas isso é um a parte. Ravena tem poderes relacionados a emoções e é algo que ainda não foi percebido pelos roteiristas, ou o Espectro Emocional poderia pegá-la.

Independente das minhas especulações e fantasias, o conceito do Espectro Emocional é algo que realmente me fascinou tanto pela coerência existente entre as cores do Espectro Visível com as Emoções associadas quanto pelos personagens marcantes e as possibilidades que tem aberto para todos, especialmente Titãs, de histórias. Inclusive para a pobre e pouco lembrada Garota Arco-Íris, da Legião dos Super-Heróis Substitutos.

Enfim, devo admitir que gostei bastante dos Lanternas Azuis. Principalmente, por serem heróis que fazem alusão a diferentes religiões da Terra (podemos notar referencias ao deus hindu Ganesha, a monges budistas, freiras católicas, entre outros) e serem um sinal de Esperança também para nós (já que aqui discordancias religiosas sempre foram motivos de discussões, guerras e até genocídios).

Mas especialmente nós, fãs de Titãs, temos precisado de Esperança quando a nossos queridos heróis, estejam onde estejam. Que Adara possa nos levar a Odym!

Titãs em Liga da Justiça - Crise nas Duas Terras (Justice League: Crisis on Two Earths)

Na animação Liga da Justiça - Crise nas Duas Terras (Justice League: Crisis on Two Earths), lançado no início de 2010, entre os heróis da DC que permeiam o enredo estão alguns Titãs. Os velhos leitores de quadrinhos já conhecem essa história: o Lex Luthor de uma Terra alternativa vai para a Terra da Liga da Justiça pedir ajuda para derrotar o Sindicato do Crime. Nessa Terra, os vilões são heróis e vice-versa. Aí a LJA vai pra Terra do Lex bonzinho e, no meio de muita porrada, mas muita porrada mesmo, o Coruja (Owlman, contraparte do Batman) tem um plano ainda maior e niilista de acabar com o Multiverso. A história tem roteiro do veterano Dwayne McDuffie e Bruce Timm é o produtor-executivo. É ação do começo ao fim e além de ter sido muito bem executado, trás um roteiro coeso, com diálogos inteligentes. Ultraman (um análogo do Superman) é o líder da quadrilha. Super-Mulher (Superwoman) que à primeira vista parece uma Mulher-Maravilha má, no decorrer da história tem mais em comum com Mary Marvel, da Família Shazam. Coruja (Owlman) assim como o Batman é cérebro estrategista da organização. Johnny Quick é um velocista ruivo com uniforme amarelo semelhante ao do Kid Flash (Wally West) e Anel Energético (Power Ring) éa contraparte do Lanterna Verde Hal Jordan.
A produção infelizmente peca absurdamente no desperdício de personagens, tipo o romance bizarro entre J'onn J'onzz e Rose Wilson! Antes não o tivessem colocado, teria sido mais justo com os personagens! Nesse universo paralelo o Presidente dos Estados Unidos é o Slade Wilson, o Exterminador, e usa filha Rose, a Devastadora, uma jovem ruiva defensora dos Direitos Civis!


Victor Stone (Cyborg), Freddy Freeman (Capitão Marvel Jr) e Donna Troy (Tróia) fazem parte dos empresários, vilões que prestam serviços aos Chefões do Sindicato do Crime. Os dois últimos inclusive participam das melhores cenas de luta do desenho animado! Cyborg aparece somente em um painel entre os membros que prestam serviços ao Sindicato do Crime.


A Super-Mulher lidera a Super Família, equipe formada pelo Capitão Super, Super Capitão Jr e o Tio Super, vilões inspirados no Capitão Marvel (Shazam), Capitão Marvel Jr e Tio Marvel.

Uma das lutas mais maneiras da Mulher-Maravilha é contra a Olympia, a Donna Troy.

O episódio é tão bem executado, tanto na história como na animação, que quem nunca leu as HQs ou viu algum desenho da Liga da Justiça, vai entender exatamente a história e os motivos dos personagens. Além do que os fãs de HQ vão ficar procurando nos vilões características dos membros da liga da Justiça. Diversão garantida!

29 de jul. de 2010

SPOILERS - Resenha de TITANS #25


Darkness Fall

Roteiro: Eric Wallace
Arte: Fabrizio Fiorentino
Cores: Hi-Fi
Editor: Brian Cunningham

Resenha

Como visto na última edição, o Exterminador se encontra no subterrâneo de Midway City, onde Lex Luthor descobre que um transmorfo estava se passando por sua segurança, enquanto o Exterminador está tentando caçá-lo. O restante do grupo está nas ruas, tentando saber onde Slade se encontra, quando explosões da luta abaixo lhes dão a dica de seu paradeiro.

As coisas parecem piorar quando Osíris pensa estar enfrentando Slade, argumentando saber que não deveria confiar no líder, mas se espanta ao perceber que não era o Exterminador, na verdade era Facade. Em seguida, inexplicavelmente, o transmorfo, ainda na forma do Exterminador, é dividio ao meio por uma adaga (talvez vinda do Tatuado, devido à cor púrpura).

Porém, Facade também possui a capacidade de se regenerar e se reintegrar, transformando-se, agora, em Lince. Neste momento, não se sabe ao certo qual das duas seria a verdadeira Safira, então, Slade decide atirar em ambas, revelando a real, muito ferida. Lince reclama do ocorrido, mas Slade acaba sendo duro com a companheira, argumentando que ela continua fraca e se lamentando pela morte da filha. O mercenário pensa que talvez tenha sido muito duro com a mulher, mas acha que isso seja necessário, pois ela deve estar pronta para o que ele planeja.

Em seguida, com a captura de Facade, Luthor o leva sob sua custódia e ameaça seus colaboradores sobre usar seus próprios experimentos contra si. Assim, é revelado que Facade era uma das cobaias científicas do rico vilão. Osíris, por sua vez, retorna à sala onde se encontra as estátuas de Adão Negro e Ísis, percebendo que a estrutura em sua irmã está se rompendo, recebendo isso como um sinal dos deuses egípcios. A edição termina com Amon ajoelhado entre as estátuas pedindo auxílio a sua irmã para entender como ajudá-los, enquanto um símbolo da Lanterna Branca aparece sobre ele.

Opinião

A arte continua fabulosa! Fiorentino consegue caracterizar cada personagem perfeitamente. As cenas de ação são incríveis.

Em relação ao roteiro, continuamos a notar que Wallace se mantém cuidadoso com as pistas sobre o verdadeiro plano de Slade. Na verdade, acredito que todos os arcos, incluindo este e os futuros, serão apenas entretenimento vago para o último arco do grupo - a revelação dos objetivos do Exterminador.

Nada mais a acrescentar sobre a edição, de leitura rápida e sem muitas novidades. Mesmo me agradando com estas estórias, continuo aconselhando de que o jeito é aguardar o modo "café com leite" do roteiro.

Facade



Não se conhece muito sobre este vilão, entretanto, durante um confronto com os Titãs Mercenários, foi revelado que ele sofreu como cobaia como um dos experimentos de Lex Luthor.

Facade se disfarçou de segurança de Luthor para matá-lo, entretanto, quando o vilão desconfiou, entrou em contato com o Exterminador, contratando-o para eliminar o transmorfo. Durante o confronto, Facade apresentou grande resistência, transmutação e regeneração fisiológica.

Porém, Slade e seu grupo foram capazes de detê-lo e entregá-lo a Luthor, que o levou novamente a seu laboratório, onde ameaçou seus colaboradores, caso estes tentassem novamente assassiná-lo.

Justiça Jovem volta a ter série mensal


Esta informação vem direto do site Multiverso DC, do nosso amigo Felipe Morcelli:

A Justiça Jovem ganha uma nova revista mensal ainda neste ano e ontem a DC Comics anunciou que quem cuidará da parte criativa dela é ninguém menos que os premiados Art Baltazar e Franco Aureliani, os dois geniais artistas responsáveis pelo sucesso de TIny Titans. Obviamente que esta encarnação da Young Justice é destinada ao público infantil e tem tudo a ver com a série animada que estreia em novembro na Cartoon Network lá fora.

Com arte de Mike Norton, Baltazar e Franco irão contruir suas histórias baseados nos scripts dos episódios de TV e terão a equipe de heróis alinhada com o que acontece na mídia movimentada. As aventuras devem ser fechadas e totalmente sem cronologia para facilitar o acompanhamento, mas qualquer mudança de formação ou coisa do tipo no desenho será refletida na revista. Uma coisa importante de ser ressaltada é que Art e Franco já ganharam Eisner por seus trabalhos infantis, confirmando a qualidade criativa desta dupla.

Obviamente todos os envolvidos estão muito empolgados por trabalharem com estes personagens e mais novidades devem surgir com a proximidade do lançamento.

28 de jul. de 2010

Momentos Titânicos

Wendy se encontra com Barbara Gordon, a inimiga de seu pai, na edição número 3 da revista da nova Batgirl, Stephanie Brown.

Titans - Go Baby Go!

Meu amigo Ricardo Anderson possui um belo e interessante estilo artístico. Como fã dos Titãs, ele trabalhou com imagens de alguns personagens em uma série chamada TITANS - GO BABY GO. Iremos postar todas, estreando com esta de Mutano.

Junto aos desenhos, ele procura traduzir a característica de cada personagem com frases retiradas da música Cherry Lips, do Garbage.


Ravena;


Cyborg;



Estrela Vermelha;

27 de jul. de 2010

SPOILERS - Preview de TEEN TITANS #85

Confiram o preview de TEEN TITANS #85 neste link.

Não vejo a hora de Outubro chegar e o Krul assumir o título.

Mais de Titãs na SDCC 2010

Em um painel da San Diego Comics Con, comandado por Mike Carlin foram revelados ao público detalhes sobre os outros projetos da DC que não apenas os que envolvem Batman, Superman e Lanterna Verde. O painel contou com a presença de Tony Bedard, Nicola Scott, Marc Guggenheim, J.T. Krul, Paul Levitz, James Robinson, Matthew Sturges e Freddie Williams II.

Segue um resumo dos assuntos envolvendo os Titãs:

>> Pra começar Robinson confirmou que a Liga da Justiça permanecerá bastante com a equipe que está.

>> Guggenheim, que assumiu Sociedade da Justiça, começará suas histórias com seis personagens na primeira edição, depois oito e assim vai formar uma equipe que torne-se uma sociedade real de super-heróis. Ao que parece Jesse Quick está entre esses seis primeiros personagens.

>> Krul fez questão de frisar é que Damian Wayne estará em volta dos Novos Titãs por um bom tempo.

>> Krul afirma que haverá vilões novos também aparecendo, e possivelmente novos heróis.

>> Nicola Scott afirma que sempre quis trabalhar com estes jovens heróis. Pra ela a edição #88 é como uma #1.

>> Bart Allen passou da era Impulso, mas Krul diz que ele ainda tem aquele jeito jovial e agitado que sempre teve.

>> Robinson diz que estava procurando usar Estelar em sua Liga da Justiça e trabalhar a tensão sexual entre ela e Dick Grayson, mas está feliz com o resultado dela em R.E.B.E.L.S., pois lá ela poderá ser ainda mais forte.

>> Robinson quer agora fazer uma relação fraternal entre Dick e Supergirl.

>> Krul diz que a relação entre o Superboy e a Moça-Maravilha será tocada em seu primeiro arco com os Titãs.

Fonte: Multiverso DC.

Tirando o fato de Damian estar envolvido com os Titãs, acho que o saldo é positivo.

Vídeo do futuro seriado Blue Beetle já está na internet

Já está disponível na internet o vídeo com a transformação de Jaime Reyes em Besouro Azul como, provavelmente, será no seriado live-action do herói.

Confira:



Eu gostei bastante e acho que, fisicamente, o ator combina bastante com o personagem. Resta saber quanto a atuação como será.

Segundo o Multiverso DC, Jaime também aparecerá em "carne e osso" em Smallville, na décima temporada, junto com o Gladiador Dourado.

Momentos Titânicos

Em REBELS #18 (2010), Kory e o Capitão Cometa estão passando por um envolvimento mais íntimo. É natural o carinho que a Estelar sente pelo herói, mas não corresponde suficientemente à paixão que aquele vem sentindo pela Tamaraneana.


Após se envolverem sexualmente, Kory diz:

Certa vez, você me perguntou sobre o homem que me magoou. Por ele, acabei deixando a Terra. Estar com você ajuda a aliviar a dor.

Ele argumenta:

Parece que você ainda o ama.

Ela enfatiza:

Claro que o amo. Quando dei meu coração a Grayson, não foi por acaso. Sou Tamaraneana. Meu amor é eterno!

O roteirista - Tony Bedard - trabalhou bem com as motivações da Titã ao deixar a Terra, explorando bem a história dos personagens. Embora eu já tenha cansado dessa novela entre Dick e Kory, apreciei muito este momento.

SPOILERS - JLA: The Rise of Arsenal #04 - Resenha


Point of no Return

Roteiro: J.T. Krul
Arte: Geraldo Borges, Kevin Sharpe & Fabio Jansen
Arte-Final: Marlo Alquiza & Scott Hanna
Cores: Hi-Fi
Editor: Brian Cunningham

Resenha:

Trancafiado em uma instituição de recuperação - Virgil House - em Star City, Roy continua tendo visões de Lian, pedindo a ele que a vingasse. Roy, em meio a seus devaneios, diz à garota que ele a ama e que sempre fez de tudo para ela. Entretanto, a visão ainda o atormenta, pedindo que mate o Eletrocutor. Assim, Roy consegue escapar da instituição e se dirige à Penitenciária de Star City.

Arsenal é capaz de adentrar na prisão, enfrentando guardas. Ao se encontrar com o vilão que causou, indiretamente, a morte de sua filha, Roy o espanca, mas é interrompido pelo Arqueiro-Verde, que também estava preso na mesma penitenciária. Ollie tenta evitar que Roy cometa a vingança, tentando vários argumentos, mas seu ex-pupilo continua cego de ira. Então, Roy e Oliver se enfrentam em meio a uma luta violenta e argumentos ofensivos. Roy diz que superou seu mentor, mas mesmo assim, Ollie tenta impedir.

Infelizmente, Arsenal consegue se trancar somente com o Eletrocutor em uma das celas da prisão e, ali, ele assassina a sangue-frio o vilão. Ollie assiste a tudo, incrédulo.

Em seguida, Roy se encontra em sua casa, onde vivia com Lian. Novamente, o vigilante tem visões com sua filha, agora caracterizada como a garota doce que sempre foi. Ela pergunta ao pai para onde eles irão agora. Roy, em meio a prantos, diz à sua visão que agora ele tem que enterrá-la, ateando fogo na residência. Assim, ele se encontra nas ruas, tentando proteger, de forma violenta, as pessoas indefesas.

Opinião

Como fã do Arsenal há muito tempo, esta edição, ou se preferir, esta série me decepcionou. Esperava muito ao ver o potencial de Roy ser evoluído e torná-lo melhor sem ser necessário matar sua filha; trazê-lo novamente ao mundo das drogas e; utilizar o codinome que lhe garantia individualidade e "graduação". O potencial do personagem é enorme, baseado em sua história bem construída ao longo do tempo - sua história indígena (Navajo), ligação com agentes federais e mestre em qualquer tipo de armas.

Se a DC pretendia extraí-lo da alcunha de arqueiro para garantir uma singularidade ao Arqueiro Verde, por que não trazê-lo novamente ao lado bom de ser Arsenal? Ao invés disso, como a DC costuma fazer, resolveram explorar um lado dramático associado às perdas e derrotas. Roy poderia ser um espião ou até mesmo retornar à sua função de agente federal, o que lhe poderia garantir um certo "drama" com o Ollie. Mas preferiram explorar este relacionamento tornando-o um vilão or anti-herói (até agora não deu para entender seu status).

Durante as primeiras edições, que a meu ver foram lentas, mas interessantes, a conclusão põe tudo a perder. Agora, Roy se aliará a um grupo mercenário, ironicamente chamado de TITÃS. Se seu status for o de "anti-herói", por que não colocá-lo dentro daquela misteriosa floresta em Star City ao lado de seu "ex"-mentor? Afinal, eles não têm nada de diferente no momento. Aprecio muito o trabalho de Krul, mas é óbvio que foi novamente uma decisão editorial o caminho que seguiram. A editora parece não saber o que fazer com determinados personagens, principalmente com os do clã Titã. Ou vocês acham que Donna, Dick e Vic continuarão na Liga? [Risos]

Como diz um amigo, a DC está procurando uma "marvelização" para seus personagens (Dark Avengers, The Punisher, e por aí vai). O que os editores ignoram (ou não se importam) é que Roy já havia matado antes (vide o excelente especial ARSENAL SPECIAL ONE-SHOT).

Embora eu admire muito a atenção a que o personagem vem tendo ao longo dos últimos anos (exceto sua "involução" para Arqueiro Vermelho), o fato de torná-lo um especialisa em adagas me decepciona. Temo pelos demais sidekicks, uma vez que Roy parece ser o único deles que recebeu um tratamento "especial".

O autor, durante toda a minissérie, explorou fatos sagrados para os fãs, como o fato de Rose ter sido babá de Lian; aquela estória toda sobre o parentesco com Vandal Savage, etc. Isto foi sublime e gratificante. O roteirista é bom no que faz, mas é uma pena associar tal proeza na possível "ditadura" editorial da DC.

Temo pelo futuro do personagem, mesmo sabendo que, em alguns anos, toda essa fase será apenas lembrada como um ítem relacionado à toda desorganização proposital da DC. Desculpem aqueles que gostam da nova fase, principalmente os leitores novatos, mas os dias de prazer ao ler uma estória com real conteúdo parecem ter ficado para trás ou nas outras editoras. Naturalmente, não estou generalizando, pois adoro SECRET SIX, BIRDS OF PREY, além de outros. Mas é frustrante ver toda uma história editorial organizada estar ruindo desta forma, apenas para rejuvenescer e evidenciar a santíssima trindade e seus apóstolos escarlates e esmeralda.

Em relação à arte, admito que gostei bastante, mas houve momentos em que determinados personagens não eram ou foram caracterizados da mesma forma. Mas a dinâmica do artista é excepcional.

Bom, o saldo tende ao negativo, mas isolando a frustração acerca do personagem em si, o roteiro bem explorado e o dinamismo da arte me permitem uma nota 6. Apenas pelo fato de Krul utilizar apropriadamente dos fatos passados do personagem. Apenas por isso!

Agora é só esperar para ver aonde Roy chegará em sua "graduação".

26 de jul. de 2010

Rafael Albuquerque em Superboy

Foi anunciado hoje na San Diego Comic Con que o brasileiro Rafael Albuquerque estará na equipe da nova mensal do Superboy como capista. Rafael Albuquerque é um dos artistas brasileiros de maior sucessoa no exterior. Ele já esteve como artista principal da série mensal do outro titã, o Besouro Azul, Jaime Rayes, e atualmente é desenhista do aclamado American Vampire.

Sobre a carreira Rafael disse: “Quando decidi de fato viver como um artista, percebi que não era mais criança, minha perspectiva de quadrinhos tinha mudado. Não queria mais fazer super-heróis como fazia quando era criança".

Em tempo, artistas brasileiros apareceram em uma reportagem sobre a SDCC2010 no Programa Fantástico da Rede Globo. Veja abaixo:

Imagem da Semana


Moça-Maravilha e Mulher-Maravilha, no princípio.

25 de jul. de 2010

Robin - Damian Wayne


O Filho do Morcego

Damian é fruto de um envolvimento amoroso entre Bruce Wayne (Batman) e Talia Al Ghul, filha de Ra’s Al Ghul, que escondeu de Batman sua gravidez.

O garoto, geneticamente aperfeiçoado em tubo de ensaio, foi concebido para ser um guerreio formidável, por isso o garoto ficou sob os cuidados e treinamentos da Liga dos Assassinos.Como resultado dos rigorosos treinamentos, o garoto além de se tornar um habilidoso artista marcial ainda na pré-adolescência, também ganhou como característica marcante uma grande frieza de sentimentos.

Na tentativa de atrapalhar o trabalho de Batman, Talia revelou a ele a existência do filho, deixando-o sob sua custódia.

Damian era tão mimado, violento e teimoso a ponto de seu pai o trancafiar em seu quarto, mas o menino acabou fugindo. Ele, então, decapitou um bandido procurado por seu pai. Robin (Tim Drake) ao descobrir o fato, acabou enfrentando o filho de seu mentor, saindo gravemente ferido.

Então, Damian criou para si uma variação do uniforme de Robin, usando o antigo uniforme de Jason Todd e acessórios da Liga dos Assassinos. Apesar de arrogante e maldoso, o menino parecia querer honestamente ajudar seu pai na luta contra o crime.

Porém, durante um confronto, Damian e sua mãe foram atingidos por uma explosão. Eles sobreviveram, mas devido à gravidade de seus ferimentos, Damian recebeu o implante de diversos órgãos.

Depois de sua recuperação, o jovem foi levado por sua mãe para a Austrália, na tentativa de aprender a história do avô e de seu servo, o Fantasma Branco - o filho secreto de Ra's Al Ghul. Damian e Talia acabaram encontrando Ra's, que voltou no corpo de um ex-assassino, que pretendia transferir sua mente para o corpo de seu jovem neto. Mas Tália, não permitiu que isso acontecesse e mandou Damian fugir até Gotham em busca da ajuda de seu pai.

O filho de Batman chegou à Mansão Wayne e encontrou seu rival Tim Drake. Depois de uma rápida luta, os dois foram raptados por um grupo de assassinos enviados pelo avô de Damian. Em seguida, foram levados para o esconderijo de Ra's, que pretendia usar qualquer um deles como seu novo hospedeiro, além de forçar Batman a escolher quem seria salvo. Batman, então, no intuito de salvar seus pupilos, forjou uma aliança com Ra's, partindo, juntos, em busca da fonte da vida em Nanda Parbat. Concomitantemente, Damian e sua mãe, aliada a Tim e Dick, continua lutando com Sensei. Porém, Damian foge ao encontro de seu pai.

Ao chegar em Nanda Parbat, Damian descobriu que seu avô traiu seu pai. Ra's, por sua vez, rapidamente tentou transferir sua mente, porém Batman impediu que isso acontecesse. Sem alternativa e quase morrendo, Ra's transferiu sua mente para o corpo de seu filho secreto Fantasma Branco, no momento em que os monges de Nanda chegaram e expulsaram todos. Talia aproveita a situação e foge com Damian.

Robin

Durante os eventos de Batman: Descanse em Paz, Damian e sua mãe foram até Gotham no intuito de descobrir o paradeiro de Bruce Wayne, onde se aliaram ao Comissário Gordon. Então, o jovem e Alfred tentaram ajudar Batman em sua batalha contra Dr. Hurt, saindo em disparada no Batmóvel, dirigido por Damian que jogou a ambulância pilotada pelo Coringa ao mar.

Já durante os eventos de Crise Final, Bruce Wayne, acabou perecendo em uma batalha contra Darkseid. Assim que o Homem-Morcego sumiu das ruas de Gotham City, a cidade entrou em colapso, uma vez que vários vilões e criminosos tomaram a cidade. Assim, começou uma disputa para o manto do Morcego. Dick Grayson, Jason Todd e Tim Drake passaram por eventos que acabaram elegendo o primeiro como o novo Batman e, como conseqüência, Damian tornou-se o novo Robin, o que deixou Tim indignado.

Damian acabou se mudando com Dick e Alfred e mostrou todo sua inteligência e valor ao construir um Batmóvel voador e ao assumir um importante lugar nas Empresas Wayne, mesmo com sua pouca idade. Porém, o garoto expressa uma forte vontade de assumir a identidade de Batman e também mostra não respeitar Dick, pois para ele, se Grayson quer seu respeito deve conquistá-lo.

The Coven of Three



ZataraTraci 13Alice
Sombria