









































Ou "Como uma coisa leva às outras" - Parte IV
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Quem diria que, um dia, a letra S representaria tanto?
O S de super não é só o brasão máximo dos super-heróis, a imagem do pioneiro dos quadrinhos modernos, como também é um símbolo de força. É uma identidade nerd. Está em camisetas, bonés, cuecas, chaveiros, copos, canecas, revistas, tatuagens, canetas, adesivos, toalhas, brinquedos e tudo mais que possa ser usado pra identificar um fanboy ou o universo dos super-heróis da DC Comics. Qual fã de HQs nunca teve, ou quis ter, algo assim?
Ao longo dos últimos 73 anos, o S gravado no peito do Super-Homem foi mudando, foi ficando estilizado, e hoje ele não é mais o detentor máximo deste símbolo. Outros homens e mulheres, geralmente descendentes do planeta Kripton, ostentam, ou ostentaram, este símbolo sobre-humano, inclusive alguns animais. Alguns deles são Titãs!
A primeira delas foi a jovem Super-Moça Matriz, conhecida por Mae na família Kent, era uma Linda garota que teve sua vida e morte diretamente ligada a primeira e maior das Crises do Multiverso DC. Matriz foi uma Titã por um curto espaço de tempo, durante a fase dos Novos Titãs por Arsenal. Tendo fundido sua essência a de Linda Danvers, foi uma das poucas pessoas não kriptonianas a usar o S no peito. Essa Super-Moça teve uma história um tanto complicada. Foi amante de Luthor, viveu com os Kent, se relacionou com Arsenal, tornou-se um anjo de asa de fogo e foi ao inferno. Mas foi a precursora dos Supers junto aos Titãs.A primeira delas foi a jovem Super-Moça Matriz, conhecida entre os Kent com Mae, era uma Linda garota que teve sua vida e morte diretamente ligada a primeira e maior das Crises do Multiverso DC. Matriz foi uma Titã por um curto espaço de tempo, durante a fase dos Novos Titãs comandada
Mais tarde, na terceira geração da Turma Titã, tivemos o Superboy, Conner Kent, ou Kon-El, que apareceu após a morte de Superman, junto com outros personagens a fim de ocupar o lugar do mais famoso de todos. Conner inicialmente era um clone de Clark, criado no Cadmus. Mais tarde, descobriu-se que o mesmo era um híbrido, com metade do DNA do Superman, e metade do de seu arqui-inimigo, Lex Luthor, dado como um dos maiores vilões do UDC. Conner viera para os Titãs junto com Tim Drake, Cassie Sandsmark e Bart Allen, seus melhores amigos, da extinta Justiça Jovem. Kon já atacou os Titãs, controlado por Luthor, e teve seu fim nas mãos de Superboy Primordial, durante a Crise Infinita. Hoje, ressurgido e de volta aos Titãs, Conner dedica sua vida a salvar o mundo e levar uma vida “normal” ao lado dos Kent.

Junto com ele na equipe esteve o também ressurgido Kripto, o supercão. Deixado aos cuidados de Conner pelo próprio Clark, Kripto é um animal fiel a seu dono e, depois de muita confusão, hoje também seu amigo. Conner e Kripto vivem juntos coma família Kent em Smallville.
Após a morte de Superboy, a nova Supergirl, Kara Zor-El, mais tarde Linda Lang, também esteve junto aos Novos Titãs, na equipe construída por Robin na fase “Um ano depois”. Kara, durante o tempo que esteve na equipe, enfrentou os Titãs do Amanhã e saiu da equipe por desentendimentos com sua melhor amiga, Cassie, a Moça-Maravilha, que não podia lidar com ela sem lembrar-se do falecido namorado, Conner. Kara, ou Linda, viveu em Metrópolis, junto do gato Raiado, como sobrinha da primeira namorada de Clark, Lana Lang, porém ela é na verdade prima de Clark. Kara teve papéis importantes principalmente durante o Ataque das Amazonas e a Guerra dos Superman. Hoje Kara é também grande amiga de Steph, a nova Batgirl.

Os Super’s são seres que em nosso mundo tem superforça, supervelocidade, super audição e super outras coisas, além de certo grau de invulnerabilidade. Apenas duas fraquezas podem por abaixo os Kriptonianos: os diversos minerais conhecidos como kriptonitas e Magia. Está última, o ponto forte dos três jovens bruxos da “Coven of Three”, segunda história do título dos Novos Titãs, assim como foi com a Devastadora, hoje colega de equipe de Superboy, pela primeira vez. Não é que tudo se encaixa?




No multiverso dos quadrinhos de super-heróis há, porém, novas raças, novas espécies humanas. No universo Marvel, por exemplo, existem os Homo superior, os ditos mutantes. Uma ração humana evoluída. Já no Multiverso DC, existe uma raça que vive paralelamente à humana, os Homo magi. 
O primeiro deles é o Titã do Ano Perdido, Zachary Zatara, sobrinho do grande mago Zatara e primo de Zatanna. Zach, assim como os demais de sua linhagem, consegue realizar encantamentos pronunciando as frases no sentido inverso, porém com a particularidade de seus feitiços não possuírem efeito sobre pessoas, apenas objetos. Zatara foi membro durante um curto espaço de tempo onde construiu uma grande amizade com o Novo Titã Kid Demônio, depois Demônio Vermelho. Após, Zach “ajudou” os Novos Titãs da fase “Um ano depois” a reencontrar Ravena que estava percorrendo o mundo fugindo do Titã que havia traído a equipe. Zach em seguida foi pouco visto ou mencionado, até que ele estrelou a “segunda história” do título dos Novos Titãs, da fase de Felícia Henderson, conhecida como “Coven of Three”, junto com Traci 13 e Alice Sombria.
Traci também é conhecida dos fãs de Titãs por ela ser a namorada do Besouro Azul, Jaime Reyes, tendo sido personagem recorrente em seu título solo e também nos Novos Titãs, especialmente a fase de recrutamento, por volta da edição 66. Traci consegue realizar toda sorte de encantos, o que faz mesmo sem o consentimento de seu pai, já que sua mãe morreu devido à magia.
Já Alice surgiu nas páginas de Aves de Rapina e depois teve papel importante na Crise Infinita ao lado dos heróis mágicos do Pacto das Sombras. Ela foi vista novamente quando capturada pelo Clube Lado Negro, onde teve que lutar com outra personagem surgida de Aves de Rapina, a Marginal, que se descobriu ser sua parente, embora não se saiba em qual grau, o que se leva a pensar que ela também seja uma Homo magi. Marginal já esteve quase ligada aos Titãs na mesma época em Traci, já Alice o mais próximo que chegou foi ser publicada no Brasil na mix dos Novos Titãs da Panini. Alice consegue invocar e utilizar facilmente os poderes de qualquer herói místico, Homo magi ou não.
A história desses três se cruza quando três demônios do inferno tentam roubar suas almas para escapar de lá (parece que nem eles aguentam tamanha danação), um plano que já era tramado desde antes de seus nascimentos.
Para isso os demônios criam um mundo onde os maiores desejos dos três são realizados: Traci é poderosa como uma deusa, Zach tem de volta sua namorada que estava morta e, com ela, seus gêmeos nunca antes nascidos, e Lori, a Alice Sombria, tem de volta sua família, mãe viva (não mais morta-viva) e pai sóbrio. Eles têm 24 horas para quebrar o encanto ou os demônios conseguirão escapar. Traci quer acabar com essa realidade estranha, já que seu pai teve de morrer para que ela conseguisse progredir na magia e se tornar a deusa que é. Zach está confuso e não sabe o que quer. Lori é veemente em dizer que prefere viver assim, como em seus sonhos.
Entre meio a discussões e batalhas eles encontram os artefatos, conhecidos como avatares, que podem quebrar o feitiço, e depois de unirem forças e, aparentemente, destruí-los o universo volta ao normal sem sequelas. Eles concordam que a união feita por eles é poderosa e que deveriam se unir mais vezes, se preciso, e se denominam “Coven of Three”, algo como “A Convenção dos Três”. Mas nem tudo são flores, já que cada um deles sai com um segredo desta batalha... e os demônios não se dão por vencidos.
Interessante dessa história é a menção do Demônio Vermelho, onde Zach diz que Eddie havia sido um dos poucos que ele pode chamar de amigo, e Traci diz sentir sua falta também.
Estes três Homo magi reuniram-se apenas por essa aventura até agora, mas seria interessante que uma equipe como essa, criada para ocupar espaço em uma fase tão deficitária dos Novos Titãs como foi a fase pré-Krul, vingasse, pois supriria a falta deixada pelo Pacto da Sombras de um título com temática mística, onde o impossível e o improvável são comuns.
Embora os seres místicos sejam muitos no UDC, a maioria não é Homo magi, como por exemplo, a Titã Ravena. Mas os Homo magi estão em Atlântida, entre os representantes da Ordem e do Caos, e até entre o hall de Titãs.
Estes Homo magi se uniram só uma segunda história, como a da Devastadora, mas tem algo que pode pôr qualquer um que use um S no peito abaixo: Magia!